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Em busca do tesouro perdido

03/12/2014

Em busca do tesouro perdido

Karine Wenzel

Um apaixonado por caças ao tesouro com habilidade em eletrônica foi a equação que resultou na criação da Mineoro, em 1954. O apaixonado era o pai de Paulo Henrique Damásio, Jonas Paulo, que começou a desenvolver equipamentos para encontrar metais, como ouro, perdidos no fundo do mar ou enterrados em alguma parte. O produto era também utilizado em áreas de garimpo.
 

Mas engana-se quem pensa que com a utilização de detectores de metal nas portas das agências bancárias o produto ficou esquecido. Os detectores para buscar tesouros respondem por 10% do faturamento atual da Mineoro, que exporta os equipamentos para 70 países. 
 

 

— A prática está bem mais difundida, inclusive tem clubes de detectoristas de metal. Em outros países, ele é o ganha-pão de muita gente — diz  Paulo Henrique Damásio, que também pratica o esporte uma vez por mês para testar os produtos e garante que é possível encontrar muitas coisas nas areias das praias catarinenses.

Para intensificar as vendas do produto, houve uma modernização de toda a linha. Outro diferencial, está no detector de longa distância, que segundo Damásio, é uma exclusividade da empresa. 

— Já tivemos relatos de pessoas que encontraram objetos a 100 metros de distância — garante.  

 

Fonte:  Diário Catarinense -

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