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Copa do Mundo 2014

12/08/2015

A Mineoro Forneceu equipamentos de segurança para estádios da Copa

Companhia instalou 980 detectores de metal em nove cidades.


Asegurança dos estádios na Copa do Mundo 2014 foi garantida. A empresa, com sede em Garopaba, forneceu os 980 detectores de metal que serão instalados na entrada de nove estádios _ ficaram de fora o de Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador. Apesar de o Brasil estar estreando em eventos de grande porte, a Mineoro não é novata em eventos internacionais. Adquiriu expertise ao fornecer os produtos nos jogos Pan Americanos, Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude. 

— Vimos que esse tipo de evento era dominado por empresas internacionais. Então, começamos com o Pan em 2007 e nos especializamos nisso — conta Paulo Henrique Damásio, filho do fundador, que junto com o irmão e sócio, administra a Mineoro.

Para se tornar um fornecedor oficial da Fifa, a empresa teve que passar por algumas adaptações, porque os equipamentos servem também como instrumento de estatística e registram o entra e sai dos estádios. Então desenvolveram um software para a federação que gera os relatórios e atende às características técnicas exigidas. Os serviços oferecidos para a Copa são instalação, manutenção e desmontagem do equipamento.

E nessa história quem ganha a partida é a pequena empresa catarinense de 100 funcionários, que deve ter um salto de produção e faturamento. Em 2013, foram 2 mil equipamentos produzidos na planta de Garopaba _ tem uma filial em Taquara, no Rio Grande do Sul, onde a empresa nasceu _, neste ano a previsão é de uma produção de 3 mil unidades. Já o faturamento, que cresceu 10% nos últimos anos, deve atingir a marca de 15% em 2014.

E os planos não param por aí. O projeto é aumentar as exportações, que atualmente respondem por 5% do faturamento da empresa. Os equipamentos de segurança, comercializados principalmente para a rede bancária e indústrias, respondem por 90% do faturamento da empresa e ganharam lugar de destaque na Mineoro por volta de 1995, quando os bancos foram obrigados a instalar portas giratórias com detectores de metal nas agências.

— Crescemos muito produtividade e o mercado interno ficou ainda mais forte. Mas comercializamos também para os países da América do Sul — conta Damásio.