Sexta-Feira, 19 de Setembro de 2014

Seta

Detectores para Tesouros
Detectores Eletrônicos
Os Detectores Elêtronicos de Metais
Detectores para Tesouros

Os detectores eletrônicos são projetados com as seguintes finalidades:

a - Detecão de metais, minerais, minérios, minas e tesouros.
b - Para fins industriais os mais variados e engenharia.
c - Para fins militares e governamentais.

Os detectores mineoro estão entre os melhores do mundo, seus circuitos são constantemente revisados e adicionados todo o avanço tecnológico conhecido.
Adotamos em nossa linha de produção, uma descoberta notável, o GERADOR, ANALlSADOR e ELlMINADOR DE REFLEXÕES PRIMÁRIAS, obtendo-se com ele resultados surpreendentes.

O Transmissor, (peça que está em posição vertival ou em pé), emite uma onda que ilumina uma grande área. Esta onda chama-se Onda de Penetração.



Detectores para Tesouros

O Tranceptor, (peça que está em posição horizontal), emite outra onda numa potência 1.000 vezes mais fraca que a do transmissor é a Onda Analisadora.

Quando a Onda de Penetração, encontra um campo elétrico qualquer, metal, mina, tesouro ou algum objeto refletor, imediatamente esta onda é deformada, refletida ou induzida sendo analisada pela Onda Analisadora.

O resultado é ampliado pelo Receptor e ouvido no fone.
Graças a este processo exclusivo da mineoro é possível saber-se quando o campo detectado é metálico ou mineral natural, ou, Campo elétrico natural da terra ali gerado pela presença de um campo estranho ao sub-solo.


Fenômenos do Sub-Solo
Detectores para Tesouros

A terra é um grande íman. Se partirmos um íman em pequenos pedaços, em vez de termos um íman, teremos vários pequenos ímans.

A intensidade destes pequenos ímans, será tantas vezes menor em relação ao íman grande, quanto forem os seus tamanhos.

Quando um objeto é colocado no sub-solo, enterrado, cria-se ao redor de sí um campo elétrico que será tantas vezes maior quantos forem os anos que estiver debaixo do solo.

Sendo mineoro um detector de campos elétricos facilmente irá localizar estes campos gerados, seja por substâncias da própria terra ou colocadas por mãos humanas.



Detectores para Tesouros

Um metal recém enterrado, não tem campo elétrico algum. O detectar irá registrar apenas a área do objeto.

Quando porém este mesmo objeto estiver enterrado há muitos anos terá criado ao seu redor um forte campo elétrico que fácimente será localizado pelo aparelho.

Espaço

Campo Elétrico Intenso
Detectores para Tesouros

A terra é um grande íman. Se partirmos um íman em pequenos pedaços, em vez de termos um íman, teremos vários pequenos ímans.

A intensidade destes pequenos ímans, será tantas vezes menor em relação ao íman grande, quanto forem os seus tamanhos.

Quando um objeto é colocado no sub-solo, enterrado, cria-se ao redor de sí um campo elétrico que será tantas vezes maior quantos forem os anos que estiver debaixo do solo.

Sendo mineoro um detector de campos elétricos facilmente irá localizar estes campos gerados, seja por substâncias da própria terra ou colocadas por mãos humanas.


Raio de Ação e Profundidade de Penetração

O raio de ação do instrumento, chamado também de Captação Lateral, e a profundidade de penetração, só funcionam para objetos ou substâncias que estejam enterradas a mais de 50 anos, sendo que, só acima de 50 anos é que toda a sensibilidade lateral é acionada.
Fica claro, portanto, que quanto maior for o número de anos que o objeto (tesouros ou outros) estiver enterrado, mais fácil será localizá-lo.
Para experiência imediata, enterra-se chapas ou caixas de cobre, flander, zinco ou chapa preta nos tamanhos 30x30, 40x40, 50x50 centímetros. Devem ser chapas lisas, inteiras e enterradas na posição horizontal.

Muitos pesquisadores, esquecendo a capacidade de seu aparelho, exigem demais do mesmo e cometem o engano de enterrar pequenos objetos, que além de não serem lisos, não têm nenhum campo eletromagnético, não sendo portanto VISTOS pelo instrumento.

O detector é um olho eletrônico, e o seu princípio de funcionamento vê tudo o que está debaixo do sub-solo, mas a sua maneira e não à nossa.


Como é que o Detector Vê

Fornecemos agora, compilados de nossos arquivos, o resultado de diversas pesquisas catálogadas durante vinte anos.

1 - Um anzol grande, enterrado, aproximadamente em 1880 localizado à 40 centímetros de profundidade. Equivale a uma chapa de 12x12 centimetros colocada à 20 centímetros do aparelho fora da terra.

2 - Cinco moedas de prata das grandes, localizadas separadas e, uma a uma, a profundidade de 35 a 52 centímetros. Equivale a uma chapa lisa de 18x14 centímetros, colocada de 20 a 30 centímetros do aparelho, fora da terra. A chapa equivale a uma moeda.

3 - Uma bacia de cobre de 80 centímetros de diâmetro, contendo alguns objetos, localizada facilmente a uma profundidade de 2,40 metros, sendo que o raio de ação atingiu 10 metros na periferia. Equivale, na parte central do campo eletromagnético a uma chapa lisa de 50x50 centímetros do aparelho, fora da terra.

4 - Uma caixa de metal contendo jóias e moedas, no tamanho de 60x40x40 centímetros, localizada muito fácilmente, a 5,10 metros (cinco metros e dez centímetros) de profundidade por um capitão da aeronáutica com raio de campo eletromagnético aproximado aos 15 metros. Equivale a uma chapa de 60x60 centímetros, colocada de 36 a 60 centímetros do instrumento, fora da terra.

5 - Uma caixa de chapa comum, localizada por um sargento do exército a 3,50 (três metros e cinquenta centímetros) de profundidade, aproximadamente, do tamanho de uma lata de querosene. Continha jóias, adornos e moedas de ouro. Equivale ao mesmo do número 4.

6- Uma quantidade enorme de moedas de ouro, encontradas pelo senhor Anizio Trelha, em Bonito, Mato Grosso, a uma distância de 80 metros. O automático foi acionado num raio de ação de 15 metros e na baixa penetração, 8 metros. Equivale a uma chapa fora da terra de 15x15.


Como é e o que é que o Detector vê
Detectores para Tesouros

Nos achados mencionados, o detector VIU não foi apenas os objetos, mas sim os fenômenos gerados em seus arredores. Os campos eletromagnéticos.

Podemos enterrar hoje a maioria dos objetos encontrados, a profundidade bem menores, menos da metade, digamos, e o instrumento não fará registro algum.

Define-se pois, que o raio de ação, e profundidade de penetração, só atingem suas escalas de sensibilidade normais e máximas, para objetos ou substâncias, enterradas a mais de 50 anos.

Para minérios ou outros minerais, a afirmativa é válida e os fenômenos são similares, pois, ditos materiais, encontram-se no sub-sol desde a criação da terra.

Pequenas quantidades de minérios não acionarão o instrumento. Os registros só serão feitos, nas zonas virgens, acusando o detector, neste caso, os centros mais intensos da mina.

X - Intensidade média
1 - Intensidade máxima


Como funciona a profundidade de penetração
Detectores para Tesouros

A Profundiade de Penetração varia de acordo com a potência irradiada, desde zero centimetro (superfície do solo) até o limite do modelo.

Exemplo: O modelo de 5 metros atinge até 5 metros enquanto que o de 20 metros, atinge os 20 metros. E assim por diante.



Experiência com Ouro e Prata

Para fazer experiência com ouro e prata, é necessário dispor-se de chapas lisas e nos tamanhos já mencionados. Quando os objetos a serem testados, estiverem fora da terra, ou recém enterrados, é a área, tamanho que conta. Isto é, o detector a chapa como um espelho refletor. Todavia quando enterrados a mais de 50 anos, o instrumento por sua propriedade detectora, , não só o objeto, mas príncipalmente o campo eletromagnético que é muitas vezes maior que o objeto.

CRESCIMENTO: Para o detector, é como se os objetos com o campo eletromagnético, tivessem crescido, (aumentassem de tamanho) veja-se as experiências relatadas, tamanho real dos objetos e como o instrumento os VIU. Bem maiores.


OURO, PRATA, COBRE, ALUMÍNIO, CHAPA COMUM


Existe diferença entre esses metais?
O comportamento desses metais fora da terra ou recentemente enterrados, é igual. Não se notará diferença alguma, o comportamento elétrico é praticamente idêntico.

Que diferença existe, pois, do ponto de vista teórico prático?
Em mineralogia, no estudo dos metais, os representativos são o COBRE, e os metais nobres, OURO e PRATA. Todos eles têm conexão metálica, formadas pelos centros dos átomos, que estão unidos entre si por uma espécie de nuvem eletrônica, na qual os elétrons podem viajar livremente. Todo o metal enterrado e submetido durante muitos anos (mais de 50) a ação da umidade, do magnetismo terrestre, das correntes telúricas e das radiações, termina por ter propriedades elétricas ou magnéticas, que o diferenciam do terreno circundante, sendo que tanto as substâncias magnéticas, diamagnéticas ou para magnéticas geram campos elétricos.

Os metais ferrosos, FERRO, CHAPA etc., com o passar dos anos vão se decompondo debaixo da terra, não chegando a criar grandes campos elétricos nem eletromagnéticos. Alguns objetos de ferro, enterrados há 50 anos tornaram-se pó. Recentemente pesquisas arqueológicas realizadas na França, em cidades desaparecidas há 500 ou 770 anos, provam essa afirmativa.

Já o OURO, PRATA e o COBRE, por serem inatacáveis, geram um campo eletromagnético intenso, proporcionando grande facilidade de detecção.

Observação: O cobre por sua composição molecular e atômica, está numa escala um pouco inferior que o ouro e a prata.

Quanto maior o número de anos que o objeto estiver enterrado, tando melhor, não havendo limite - 50, 100, 200, 1000 ou mais.

Fenômenos Elétricos

Um pedaço de fio esticado, (qualquer tamanho) é um condutor.
Se porém ao enrolarmos, com uma volta ou mais, o mesmo pedaço de fio, já se chamará solenóide (bobina), que pode ter uma ou mais voltas. Observe-se então que um pedaço de metal, (qualquer metal) em forma de fio ao tomar outras formas geométricas, recebe outros nomes. Gerando também outros fenômenos.

Implicações com o Detector

Alguns pesquisadores, a fim de testar o instrumento, enterram pedaços de ferro, montes de latas e outros, não se dando conta, que, dependendo da forma geométrica adquirida pelos mesmos no sub-solo, em vez de refletir a onda, vão absorve-la, quase que totalmente. Só é válido o teste com chapas lisas, conforme foi explicado anteriormente.

Assim pois quanqo se diz: raio de ação e profundidade de penetração se diz que é a equivalência eletromagnética transmitida potência do transmissor é a equivalência do campo eletromagnético do sub-solo que se somam e se rechaçam, sendo registradas pelo instrumento.

Observação: Quando maior a potência do transmissor, (há um limite a ser observado) e maior o campo eletromagnético, maior o registro feito pelo detector.

Garantia: só garantimos as escalas normais e máximas do raio de ação e profundidade de penetração, dentro das características de projeto do instrumento. sendo que na prática podem atingir de 20 a 30 porcento mais.

Receptor e Transmissor

Todo o detector de metais tipo recepção e transmissão é constituido de um receptor e de um transmissor.
As duas partes estão unidas através de um cabo, cuja finalidade é manter uma distância igual entre o receptor e o transmissor, possibilitando o ajuste da ZONA DE SILÊNCIO.

Transmissor

O transmissor é uma peça que transmite uma onda que penetra na terra até a profundidade limite da potência do transmissor.
É o que se chama de profundidade de penetração. Cada transmissor é projetado para um limite de profundidade de penetração.


Receptor e Transmissor
Detectores para Tesouros

Receptor é uma peça que, como o nome diz, recebe, se a onda vinda do transmissor atingir diretamente a antena do receptor, será amplificada por este e observável no miliamperímetro, fonte luminosa (luz), e alto falante.

Tranceptor é a aglutinação de dois vocábulos; Transmissor e Receptor; esclarecendo que um Receptor transmite e recebe, ao mesmo tempo.

São dois tipos fundamentais dos modelos transmissão-recepção.
Ambos possuem alto poder de penetração a alta sensibilidade.
Vamos passo-a-passo explicar como se manifesta os fenômenos e sua compreensão.
Dissemos anteriormente que o TRANSMISSOR transmite.
Observe que a irradiação é intensa nos cantos e quase nula no centro.

Colocando-se um receptor em posição perpendicular ao transmissor, o sinal irradiado por este praticamente não atinge aquele.

Obervação: A mesma quantidade de energia irradiada na parte inferior do transmissor é também irradiada na parte superior.

Nesta configuração do instrumento, o transmissor irradiando sua máxima potência e o receptor o mínimo, estaria quase silencioso.
É o que se chama de ponto de equilíbrio ou ZONA DE SilÊNCIO.
Fundamentalmente, seria assim:

1 - O TRANSMISSOR, irradiando toda sua energia em direção ao solo e ao espaço.

2 - O RECEPTOR, em função de sua posição perpendicular captando, (recebendo) um minimo deste sinal irradiado.

Podemos comparar com uma balança em equilíbrio.
Quando o instrumento está devidamente regulado, se diz que está Equilibrado.

Espaço

Princípio de Funcionamento
Detectores para Tesouros

O fundamento da detecção de metais e minerais, se baseia no seguinte:
Sendo as ondas eletromagnéticas (ondas de rádio) refletida, deformadas ou induzidas, um fenômeno comprovado, usa-se este fenômeno para auxiliar o homem na tarefa de localizar metais e minerais enterrados, emparedados, perdidos no fundo dos rios, lagos, mares etc.

Graças a este fenômeno, fabricam-se modelos de detectores que satisfazem esta necessidade humana. O tipo mais difundido e mais eficiente é o tipo transmissão recepção. São instrumentos de grande raio de ação e profundidade.

ONDA REFLETIDA

A ONDA REFLETIDA se comporta como uma luz refletida. Uma lanterna acesa dirigindo o seu facho de luz sobre um espelho, vai refletir uma luz que será proporcional a intensidade da fonte luminosa (lanterna).

No fenômeno da detecção, ocorre a mesma coisa. O TRANSMISSOR seria a nossa lanterna. O espelho, seria a substância, objeto, metal ou mineral procurado.

Esta é a forma como o TRANSMISSOR irradia, é sempre para cima e para baixo. A partir deste instante não faremos mais referências a onda que se irradia para cima de vez que só nos interessa a que penetra no solo.



Detectores para Tesouros

Esta é a forma como o TRANSMISSOR irradia, é sempre para cima e para baixo. A partir deste instante não faremos mais referências a onda que se irradia para cima de vez que só nos interessa a que penetra no solo.

Voltemos agora ao nosso espelho. Suponhamos que ele estivesse defeituoso. Exatamente igual àqueles que parte do espelhamento já hajam caído pelo uso e aonde já se vê o vidro transparente.
O que aconteceria com a nossa luz? Teríamos menor quantidade de luz refletida, pois nas partes aonde o espelho já não tivesse o nitrato de prata ou outra subtância (que são as responsáveis pelo espelhamento) NÃO HAVERIA LUZ REFLETIDA, ela simplesmente atravessaria a parte do cristal (vidro) transparente, não refletindo.

A luz que não foi refletida atravessou o espelho.

Em física eletrônica os Efeitos Ópticos e o Comportamento Óptico ou outras denominações, são chamadas genericamente de ÓPTICA ELETRÔNICA. O comportamento é semelhante ao comportamento da luz e seus fenômenos são também análogos.

Assim a refração da onda irradiada pelo TRANSMISSOR se processará da mesma maneira que os fenômenos antes descritos.


Detectores para Tesouros

Comparemos agora várias intensidades de emissão de luz, através de:
Certamente que intensidade de cada um dos elementos referidos será diferente dos outros. A lanterna de uma pilha terá uma intensidade de luz, enquanto que a de duas pilhas já será mais forte e assim sucessivamente. Sendo o holofote o mais potente emissor de luz de todos eles.

Observe a figura.

Colocando as lanternas, o farol, o holofote, a uma distância do espelho, as luzes refletidas teriam intensidade diferente. Da mesma forma que o tamanho do espelho. Um espelho grande iria refletir toda a luz do holofote ao passo que aluz da lanterna de uma pilha seria refletida na proporção da intensidade e do tamanho do facho.

Nesta experiência colocamos todas as fontes de luz (lanterna, farol, holofote) a uma distância do espelho. Se colocássemos o espelho a uma distância média, digamos na altura do facho da lanterna de cinco pilhas, o que aconteceria?


Falta um Elemento

Temos então os seguintes elementos:

1 - Fonte da emissão da onda - LANTERNA.

2 - Objeto refletor da onda - ESPELHO.

3 - Distância entre a fonte emissora (lanterna) e o objeto.

4 - Tamanho do objeto.

Vamos considerar agora o elemento que viu a onda luminosa. Na presente explicação foi o OLHO HUMANO. O olho humano neste caso, representa o RECEPTOR. Foi ele que viu todo o fenômeno e constatou a explicação física.
Complementamos então todos os elementos necessários para a formação do conjunto que representa o nosso detector.

A lanterna representaria o TRANSMISSOR.

A luz emitida representaria a onda de PENETRAÇÃO DO TRANSMISSOR.

O ESPELHO representaria o OBJETO PROCURADO.

O Olho Humano representaria o nosso RECEPTOR.

Além disto, temos a distância entre o objeto e a potência do transmissor. Procure entender as grandezas mencionadas, pois são essências para compreender a parte que se relaciona com a captação lateral e frontal, as quais chamamos de RAIO DE AÇÃO.

Olhe todas as ilustrações que representam o RECEPTOR e o TRANSMISSOR e observe a semelhança que existe entre as explicações demostrada através da lanterna, espelho, onda emitida, onda refletida e o olho humano.


Vamos quebrar o Espelho?
Detectores para Tesouros

Quebremos o espelho em dezenas e dezenas de pedaços. Vejamos o que acontece:

1 - Não teríamos mais um espelho grande e sim dezenas e dezenas de espelhos.

2 - A luz refletida não seria mais um facho único e sim dezenas e dezenas de pequenos fachos luminosos proporcionais ao tamanho dos pequenos espelhos.

3 - O olho humano estará vendo, também, dezenas de reflexos luminosos que seriam os reflexos proporcionais pelos pequenos pedaços de espelhos.

No caso anterior se enxergava apenas um FACHO LUMINOSO, pois o espelho estava inteiro.



Detectores para Tesouros

Coloquemos agora, abaixo das dezenas e dezenas de espelhinhos um pedaço maior. O que aconteceria?

1 - Observaríamos os mesmos fenômenos da figura ao lado.

2 - Mais o reflexo da luz do espelho maior que estaria abaixo dos espelhinhos.

Observe que a luz refletida é quase idêntica a do espelho. Figura anterior.

Logo, se quiséssemos detectar substâncias ou objetos usando apenas o fenômeno da reflexão das ondas, incorreríamos em erros de diagnósticos. O solo e o sub-solo, especialmente este contém milhões de partículas, causando na prospecção os mesmos fenômenos antes mencionados. Para refrescar a memória, vamos recordar que o princípio de funcionamento dos detectores eletrônicos se baseiam em que as ondas são:

a - REFLETIDAS
b - DEFORMADAS
c - INDUZIDAS

Antes de passar à leitura dos próximos itens volte ao inicio deste assunto leia-o mais uma vez. Só prossiga após ter certeza que entendeu bem.


Onda Deformada

A ONDA DEFORMADA se comporta como um elétron ao atravessar um campo elétrico ou magnético, sua trajetória é desviada na direção do campo elétrico ou magnético. Este desvio será proporcional a intensidade do campo fazendo com que o elétron mude sua trajetória para curvilínea. Vamos imaginar uma emissão de seis elétrons e que três deles tenham trajetória interceptada por um campo elétrico ou magnético.

Observe que os elétrons um, dois e três, seguem o traçado retilíneo, enquanto que os elétrons números quatro, cinco e seis tiveram seu caminho modificado pela presença do campo magnético. O fenômeno na detecção é semelhante.

As ondas eletromagnéticas ao encontrarem campos elétricos ou magnéticos primários (pequenos campos elétricos) sofrem um desvio de sua trajetória, sendo detectadas pelo RECEPTOR. A onda foi assim DEFORMADA.

Assim, pequenas marcações fornecidas pelo instrumento e que não definam com exatidão um ponto central, significam ondas DEFORMADAS.


Onda Induzida
Detectores para Tesouros

A ONDA INDUZIDA é a mais importante de todas para o nosso caso. Dela depende a boa compreensão para a aceitação das grandezas que regem a captação do instrumento, à distância.

Em outras palavras, significa que o RAIO DE AÇÃO do detector depende da Onda Induzida. A INDUÇÃO na física é o estabelecimento de uma corrente elétrica com produção de corrente próxima. A indução elétrica é a redistribuição elétrica que tem lugar num condutor, quando colocado num campo elétrico. A indução eletromagnética é a produção de corrente elétrica pela variação do fluxo de indução, relacionado com circuito e finalmente mútua é o aparecimento de uma força-eletro-motriz induzida num circuito, ocasionado pela variação de intensidade de corrente num outro circuito.

Produção de corrente ou aparecimento de corrente ou energia é o que nos interessa. Quando a onda do nosso transmissor encontra um campo elétrico formado por elétrons, sua energia aumenta consideravelmente, podendo duplícar, triplicar e aumentar, digamos até cem vezes. Portanto o nosso TRANSMISSOR se tiver uma potência irradiante de 100, ENERGIA IRRADIANTE DE 100, teríamos uma energia de retorno de 200, triplicada, ENERGIA DE RETORNO de 300, e cem vezes mais, teríamos ENERGIA DE RETORNO de 10.000.

Agora olhe a ilustração do campo elétrico intenso, gerado por objetos enterrados há muitos anos.

A ilusttação mostra uma energia de retorno de dez vezes, que é a energia aproximada, média encontrada em pesquisas.

Observe que a energia de retorno é mais intensa que a emitida pelo transmissor.

Procure gravar bem a ilustração acima. Veja que a energia de retorno, representada pelos traços em direção ao Receptor é dez vezes, mais que a transmitida pelo Transmissor.

O Raio de Ação do instrumento, depende diretamente do campo elétrico que se gera em função do número de anos que o objeto esta enterrado. Só acima de cinqüenta anos é que o campo elétrico atinge sua máxima intensidade.


Diferenças de Campos Elétricos
Detectores para Tesouros

Embora existam tipos elétricos, vamos estabelecer a diferença existente em substâncias que nos interessam de perto, como sejam:

- MINÉRIO - de ouro, prata, cobre etc.

- OURO - Trabalhado em moedas, jóias, barras, em pó, etc.

- PRATA - Trabalhada em moedas, jóias, barras, em pó, etc.

- COBRE - Trabalhado em utensílios, caixas, baús, etc.

- FERRO - Trabalhado em caixas, tachos, utensílios, etc.

Os campos elétricos dos minérios do ouro, prata, cobre e outros seguem a trajetória da figura 6.

O campo elétrico sempre seguirá o trajeto do veio do minério, sendo a sua detecção feita pela, marcação do terreno pesquisado.

Faz-se um mapa, marcando as zonas de maior intensidade, une-se estas zonas com um traço e tem-se o percurso do veio mineral.

O campo elétrico do ouro, da prata e do cobre, assemelham-se muito, sendo que suas intensidades e extensão, são quase iguais.

O campo elétrico abre na forma de um leque.



Detectores para Tesouros

Observe que há uma diferença, o ouro tem leque maior, enquanto que o cobre tem um leque bem menor que todos os demais.
Todavia, no ato da pesquisa não se poderá saber que campo elétrico se está detectando, todos os três tem um leque muito aberto.

Observe que há uma diferença muito grande entre os demais metais já mencionados. O leque do campo elétrico do ferro é aproximadamente aberto em 45 graus a 60 graus, enquanto que o leque dos metais citados anteriormente dão um leque sempre de 90 graus chegando quase aos 180 graus.
Lembre-se da história do Sr. ANIZIO TRELHA, antes relatada! Ele encontrou uma quantidade de ouro em moedas, soltas a 80 metros do local.

Assim as diferenças dos campos elétricos gerados pelas substâncias proporcionam ao detectar e ao pesquisador, a possibilidade de poder estabelecer, pela intensidade, que tipo de marcação se estaria fazendo.

O ouro, a prata e o cobre, quando enterrados recentemente, tem campos elétricos?
Não. Só depois de muitos anos. Acima de 50.

O leque dos campos elétricos do ouro e ferro são iguais?
Não, existe uma diferença muito grande.

Quando o ouro,prata ou cobre estiverem guardados dentro de uma vasilha de ferro ou outro metal que não eles mesmos, o campo elétrico é pequeno ou grande?
É pequeno e o detectar só marcará o campo elétrico da vasilha.

Isto quer dizer que o campo eletromagnético de uma quantidade de ouro ou prata que estiverem enterrados dentro de um baú ou caixa ou qualquer outro depósito de ferro, é o campo eletromanético da caixa de ferro e não do ouro que está dentro?
Exato.

Quer dizer que o raio de ação do detectar não depende apenas da potência do aparelho e sim também da grandeza do campo eletromagnético?
Isto mesmo. Se uma quantidade de ouro estiver numa caixa ou baú de ferro, o campo elétrico magnético que valerá será o do ferro e por tanto o raio de ação fica limitado a um ângulo de 45 a 60 graus.

E quando o ouro estiver solto no chão?
Terá campo intenso e maior de 90 graus, sendo detectado a maior distância.

E quando estiver dentro de uma vasilha de barro ou madeira?
Também terá um campo intenso.

O que quer dizer campo Eletromagnético?
Campo elétrico e campo magnético são dois fenômenos distintos.
O campo magnético não existe sem a existência do campo elétrico.
Então quando se diz campo eletromagnético, quer dizer é a soma dos dois.


Campo Eletromagnético
Detectores para Tesouros

Até o momento usávamos a expressão campo elétrico ou campo magnético e nas perguntas e respostas, passamos a usar o termo campo eletromagnético.

O correto no entanto é CAMPO ELETROMAGNÉTICO.

Tratamos do assunto desta maneira, afim de podermos agora esclarecer uma crença popularizada e que é a seguinte:

Muitas pessoas crêm que as substâncias não magnéticas, como exemplo, o ouro, a prata, e o cobre, sem falar nas demais, por serem diamagnéticas e não atraídas pelo íman, não geram campos eletromagnéticos. Puro engano. É uma crença popularizada e que não tem amparo científico algum.

De fato, as substâncias dia magnéticas ou paramagnéticas, não têm condições estruturais de reterem a força magnética, como no caso de um íman qualquer.

Mas têm condições de gerarem, criarem não apenas um campo elétrico como também magnético. Portanto, tanto o ouro, como a prata, como o cobre, não sendo substâncias magnéticas, têm todavia as características de poderem gerar, criar, não só um campo elétrico como também magnético, repetimos.

Todo o fio condutor que você tenha conhecido, transformador, reator, bobinas,de rádio e televisão, componentes para automóveis, etc., são confeccionados com condutores de fio de cobre, que é uma substância que não retem o magnetismo. Todavia, e todos esses componentes a sua função é gerar campos elétricos e magnéticos.

Insistimos mais uma vez no assunto, pois o mesmo é fundamental.

As substâncias que não são atraídas pelo íman, substâncias condutoras, no caso presente, o ouro, a prata e o cobre, de fato não são magnéticas. MAS CRIAM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS, quando percorridos por eletricidade e corrente de qualquer espécie.

Como o campo magnético é uma resultante do campo elétrico, então o campo elétrico que for gerado por um metal enterrado, terá gerado perpendicular a sé um campo magnético, num angulo de 90 graus.

Daqui para diante usaremos a expressão CAMPO ELETROMAGNÉTICO, ESTA EXPRESSÃO quer dizer a soma de duas grandezas.

A figura ilustra o campo elétrico caminhando num único sentido. O campo magnético que aparece sempre será perpendicular, isto é terá um ângulo de 90 graus.

Todo o campo elétrico cria perpendicular um campo magnético.

As setas indicam a direção de deslocamento elétrico.

Observe que o campo magnético gerado segue a mesma direção.


Conclusão sobre o Receptor

Assim o receptor, que recebe, é a parte do detectar responsável em indicar através de fone, miliamperímetro ou lâmpada, a intensidade da onda REFLETIDA, DEFORMADA ou INDUZIDA.

As interpretações, diagnósticos, forma de pesquisar, técnica de pesquisar, selecão de histórias, assim como análise mais profunda sobre campos elétricos e magnéticos, bolas de fogo, radioatividade, como fazer experiências com metais recém enterrados e instruções sobre manuseio, montagem e regul(!gem dos detectores, são tratados em manuais à parte.


Bibliografia

1 - KITAISKI E.
Minerales Utiles y su Prospección, editorial Paz Moscou.

2 - IGLESIAS, E.
Manual Practico de Prospección, Editorial Kier Buenos Aires.

3 - CASSIGNOL, E.J.
Semicondutores, 2a Edição, Editora Edgar Blücher Ltda. São Paulo.

4 - MOREIRA, ARGUS
Eletromagnetismo
Editora Almeida Neves Ltda. Rio de Janeiro - GB - 1971.

5 - REY, AUGUSTIN BRAVO
Complementos de Fisica e Química - Volume 11 Edições Fortaleza - São Paulo - SP - 1970.

6 - PURCELL, EOWARD M.
Eletricidade e Magnetismo
Volume 2
Edita Edgar Blücher Ltda. - São Paulo - SP - 1970.


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